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quarta-feira, 4 de março de 2009

Entrevista com AJ EM O GLOBO


Muita água rolou para os melosos Backstreet Boys desde a última vinda ao Rio, em 2001, quando um Maracanã de fãs histéricos recebeu o grupo. As boy bands entraram em crise, e os "meninos", que chegaram a ficar cinco anos sem lançar um CD, esqueceram a receita dos hits. Agora homens sérios, na casa dos 30 anos ou quase, eles voltam ao país esta semana, numa turnê mais tímida que a anterior, mas esperando a mesma recepção enlouquecida dos brasileiros.

(Depois de sucesso nos anos 90, boy bands ganham novas caras)

- A gente ficou preso no hotel quando estivemos aí (em 2000 e 2001). Nem saímos à rua, para evitar que alguém se machucasse. Acho que vamos ter a mesma recepção. Ao menos, espero que sim - diz o "boy" AJ Mclean, que reconhece a falta de um grande sucesso nos últimos dois discos. - Não acertamos na cabeça do prego, mas o próximo álbum está incrível. Deve sair em julho deste ano.

No Rio, a banda se apresenta sábado (07-03), no Citibank Hall (ingressos inteiros a R$ 180), e cantará as perfumarias que reinaram nas paradas nos anos 90, como "I want it that way" e "As long as you love me", além de faixas dos CDs lançados após o tal hiato de quatro anos. "Never gone", de 2005, e "Unbreakable", de 2007, tiveram repercussão bem menor que os anteriores, mas trouxeram os rapazes vivos e respirando.

- Passamos por tanta coisa... Morte na família, perda de um membro (Kevin Richardson, que pediu baixa em 2006 ), meus problemas com álcool, processos na Justiça... Mas continuamos juntos, fazendo música. O título do último disco só podia ser esse (inquebráveis) - explica AJ. O Backstreet surgiu nos anos 90, na trilha das boy bands aberta pelo New Kids On The Block. Quando formaram a banda, Brian Littrell, Nick Carter, Howie Dorough, Kevin e AJ tinham de 14 a 21 anos. Venderam milhões de discos até resolverem dar um tempo, em 2002. O descanso veio a calhar para AJ, que tinha fama de pinguço e usou esse intervalo para se cuidar. Ele passou um mês numa clínica de reabilitação e, desde então, intercalou períodos de sobriedade com deslizes. Hoje, se diz outro homem.

- Eu bebia muito e usava algumas drogas. Foi uma fase depressiva, e só me sentia bem com álcool. Mas parei... Você não pode viver se jogando nas festas. Isso acaba com a pessoa - desabafa o músico de 31 anos, que alegrou os sites de fofoca ao ser visto "embriagado" este ano. - Foi no aniversário do Nick. Mas acho que botaram algo na minha bebida, porque só tomei dois drinks e fiquei bêbado.
Quando o BSB reapareceu após seu "break", com o disco "Never gone", os outros "boys" também haviam tomado rumo na vida. Hoje aos 33 anos, Littrell é casado, tem um filho e chegou a lançar um disco solo de música cristã; Dorough, de 35, casou-se em 2007 e está "grávido" de seu primeiro filho; e o caçula Carter, de 29, que no passado também tinha fama de biriteiro, recentemente foi embaixador de uma entidade em defesa dos golfinhos.

- Não tenho mais 16 anos. Só quero tranquilidade e encontrar a garota certa para começar uma família - garante AJ - Nunca fui um rebelde. Quem me conhece bem sabe que, na verdade, sou um grande ursinho de pelúcia.

Os cantores-dançarinos (ou dançarinos-cantores?) dizem ter muito amor para dar ao showbizz. E sem ligar para os críticos, que não gostavam deles nos anos 90 e, agora, estão sempre dizendo que o grupo jamais deveria ter voltado.

- Sinto muito, mas sempre vai haver espaço para música de qualidade - opina AJ.

Um comentário:

  1. É isso aí. Sempre haverá lugar para os BSB no palco do sucesso e no coração de todos nós, fãs. Welcome back!!!!!!!

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